#45 – Da série…

.. quero ser igual ao fulano/ fazer o mesmo que a ciclana/ ter o mesmo que o sydvaldo…

Quem nunca pensou assim? xD

Sempre buscamos os exemplos para fazer algo, não? Seja manual de instrução, tutorial no youtube, receita no caderninho antigo da avó, nos testemunhos de quem já fez ou na biografia de alguém… Seja qual for o caminho, existe esse primeiro estalar de inspiração causado por algo-algumacoisa-alguém.

O meu sempre foram histórias. Não importa quem tenha executado a dita da história, o que me marca é o conteúdo e o desenvolvimento causado. E como um desses momentos de epifania-criativa aconteceram há pouco tempo, resolvi falar algo sobre isso aqui xD

Essa coisa de ser escritora começou com as fanfics. Resumindo em um txt pequeno:

Gostei muito de Harry Potter, não havia nada igual antes e era justamente um tipo de leitura que eu procurava muito; como na época não tinha tanto livros do estilo como se tem hoje, resolvi procurar na internet e me deparei com as fanfics e a fantástica ideia de eu posso pegar essa história que gosto tanto e escrever também!; Era uma brincadeira, um passa-tempo, eu ainda nem me tocando que gostava de-vocação disso de criar histórias. Com o tempo escrevendo fanfics, aprendi muito sobre construir uma história e personagens, aquele tipo de aprendizado-videogame – ninguém te ensina, você vai aprendendo por conta até ficar muito fácil e automático. Mas, nas fanfic sempre tinha um start: eu via/assistia/ouvia/presenciava uma cena e pensava que aquilo encaixaria no que eu estava escrevendo ou me incentivava a começar algo. Contudo, no ‘ser profissional’, aquele universo fora das fanfics, eu pensava que não podia ser assim: tem que se criar algo novo. Aí, na faculdade, teve uma professora que jogou uma bomba na minha frente em formato de palavras de um estudioso da escrita (que eu nunca vou lembrar o nome, sorry): a folha em branco é uma ilusão. Escrever do nada não existe, nós nos apoiamos em TODAS as nossas vivências de mundo. Então, o que me impedia de continuar naquele pique das fanfics onde eu me dava tão bem? Assim, quando pensei em escrever um livro mesmo, minha primeira decisão foi pegar uma fanfics de sucesso, a Entre Doces e Dragões, que era um crossover de Harry Potter com Hana Yori Dango em um Universo Alternativo, e transformar em um romance (romance romântico = falha total | romance fantasia = Almakia). Depois de superar essa barreira e perceber que realmente é isso, não tem nada de errado, não é uma cópia, é uma desconstrução para reconstruir da minha maneira e a partir daí gerar um produto novo, as ideias não pararam de vir.

Princess Vs Witch juntou uma vontade de escrever uma fantasia mágica divertida em um mundo de possibilidades tipo One Piece. Uma frase que eu vi em um dorama deu a largada para as ideias da trama, e então surgiu o primeiro livro da série Versus. Da mesma forma, os livros 2 e 3 (em processo de escrita), tiveram frases de doramas/animes que fizeram todas as ideias desandarem.

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Minta Comigo também teve a base de acontecimentos baseado em um dorama. Mas, mais do que isso, eu tinha vontade de fazer um romance que fosse estilo dorama mesmo, com cenário aqui do Brasil. Afinal. Existem trocentos mil fãs de doramas e todos os que eu encontro e converso me dizem que gostam dessas histórias pelo padrão divertido de romance, que não se encontra em filmes/seriados/novelas ocidentais. Então, Paula aceitou o desafio e assim surgiu essa história. Sim, dorameirxs e pessoas-comuns estão aprovando xD

Então, na mesma linha veio outra conjunção de ideias para um livro novo, e era nessa epifania-criativo que eu queria chegar. Desde antes das fanfics, quando eu pensava em escrever algo que ficaria guardado em uma gaveta e nunca andaria pelo mundo, sempre eram histórias sobre amizade. Cresci com primos, todos se dando super bem, tínhamos sintonia e raramente brigávamos feio (só éramos crias de italianos teimosos e birrentos, tudo dentro da normalidade). Eu queria colocar essa essência em histórias. Junto com isso, era inevitável ter a nostalgia agregada. Essa ideia ficou guardada por anos e recentemente, depois de eu ter assistido um dorama que envolve todos esses elementos aí, porque não finalmente dar uma chance para desenvolver uma história assim? xD

E, como não tem como ser diferente, será um desafio de escrita (sim, pq temos sempre que evoluir, esse é o sentido da vida xD): vai ter um grupo de personagens principais, e vou ter que lidar com várias famílias e tramas ao mesmo tempo. Os esboços das relações e acontecimentos já estão surgindo no projeto inicial de escrita. Vamos ver se vou conseguir lidar com todos esses elementos sem perder o equilíbrio e deixar tudo cair por chão.

Para quem ficou curioso sobre qual dorama que estou falando, é o Awser me 1988/Reply 1988. Já falei sobre o Reply 1997 aqui e super recomendo todos os da série (apesar de esse ter me feito mais chorar por cenas bonitas-família-nostalgia de ‘aquele tempo em que podíamos brincar todos os dias juntos e nossos pais eram grandes como montanhas’ do que torcer pelos romances):

Falei muito, então chega por hoje xD Só fica a dica: acredite naquelas ideias loucas que vem do além quando vc vê/assiste/ouve algo. Se esse momento aconteceu, tem um motivo, mesmo que vc não consiga enxergar claramente no momento xD

#44 – Uma mentira…

…e todas as possibilidades de isso dar muito errado xD

Maria Julia estava vivendo sua vida – de forma relativamente harmoniosa – até se deparar com a pessoa que preferia eliminar do seu passado: a melhor amiga. Sem ter como fugir, ela acaba inventando a primeira de todas as mentiras que transformariam a sua vida para sempre, passando pelo caos, desespero, uma ameaça de processo, um contrato, um astro da tv desempregado, fuga das câmeras, uma herdeira, parentes indignados e… romance, é claro! Alguma coisa precisa dar certo no final 😀

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Minta Comigo é um livro um pouco diferente de tudo o que eu já tinha escrito até agora. Em parceria com a Paula Vendramini, nosso desafio foi escrever um romance-romance. Tem muita comédia no meio – porque, neh, se não tivesse não seria um livro nosso. Ele começou a se escrito lá por 2014/2015 não lembramos direito escritorasexemplos, mas só demos um impulso na escrita dele em 2016. Como foi um livro feito a parte do nosso trabalho com as séries Devoy e Almakia – as quais temos a obrigação de focar, já que os leitores esperam pelos respectivos finais -, não planejamos direito o que fazer com ele depois de terminado. Então, primeiramente, o publicamos na Amazon em forma de e-book. Aos poucos, estamos dando direções para o original, e esperamos poder dar notícias no futuro de que ele terá uma versão impressa também.

Algo legal para falar sobre ele para quem não conhece o nosso trabalho (Lhaisa&Paula), é o processo de escrita. Eu moro em Foz do Iguaçu, Paula em Curitiba, e raramente nos encontramos no mesmo lugar. Então, como vocês escrevem, suas loucas?! Simples: Google docs xD As maravilhas que só são possíveis por termos nascido na Era World Wide Web \o/ Geralmente conversamos via através de e-mails, chats, chamadas de áudio ou vídeo, para alinharmos ideias de cada capítulos e acontecimentos. Montamos um roteiro básico e vamos escrevendo. Às vezes juntas, às vezes não. Quando uma está com mais vontade de escrever, vai formulando o texto e a outra vai atrás lendo e ajeitando coisas. Se uma pode escrever em um momento que a outra não pode, só dá um aviso sobre o que está fazendo. Funciona? Sim! xD Princess Vs Witch foi escrito dessa forma. Mas, tem uma mágica nisso tudo: amizade, sintonia e treinamento. Escrevemos juntas desde o colegial, começamos e aprendemos a escrever livros juntas, já fazem 15 anos. Então, não é a mesma coisa que dois escritores que já têm suas próprias formas de escrever decidirem fazer algo juntos. Nós dividimos experiências, erramos e construímos nossas essências de escritoras lado a lado. Isso quer dizer que escrevem da mesma maneira? Não xD Cada uma tem um estilo, o que fica bem visível se lerem nossas séries de fantasia. Mas, quando juntamos as duas formas, elas se complementam. Só quem conhece muito bem nossa forma de formular histórias e nossas personalidades é que sabem diferenciar o que foi digitado por uma e o que foi digitado pela outra xD E, gente, trabalho em equipe é muito mais divertido! Aquela máxima de que duas cabeças pensam melhor do que uma xD

Quer conferir o resultado disso? Aproveita que
Minta Comigo está em promoção na Amazon, por R$ 1,99 \o/
Lembrando que você não precisa ter um leitor digital de ebooks para poder ler. É possível baixar os aplicativos de leitura para computadores, tablets e celulares xD

E, de extra, fica o prólogo do livro aqui para vocês:

“Foram o quê?
Dez segundos?
Juro que tudo pareceu acontecer no período de uma vida inteira!
Vi o sorriso da Madu se abrir, formando aquelas covinhas perfeitas que marcavam suas bochechas, brilhando como se a vitória fosse certa. Isso fez um filme passar em minha mente, como todas as outras vezes em que já tinha presenciado aquela expressão dela e as consequências que isso me trouxe. Vi tudo o que eu era no momento desabar e se derramar pelo piso lustroso do salão, sendo pisoteado por aquela horda de crianças barulhentas. E… me dei conta de que continuava sendo uma completa inútil, não importava quanto tempo tinha se passado.
Então uma voz soou a minha volta, por baixo daquele zunido que era eu mesma sendo uma bomba prestes a explodir. Era estranhamente conhecida e, naquele instante, ela soava como anjos entoando um canto de salvação. Sob esse encantamento, eu disse a mentira que daria início a todas as outras que viriam dali por diante:
— Vou me casar com o Nick Pompeu.
E o sorriso da Madu se apagou, ofuscado pelo meu.
Mas o triunfo não durou por muito tempo.
— Prove – ela endossou minha sentença.”

***

Sim, tirei férias de blogs e internet desse final de ano, mas trabalhei mais do que o ano todo só nesse período vaitrabalharemshopping,vai!. Mas, furos de postagem podem acontecer com mais frequência de agora em diante porque o meu foco de 2017 será terminar Almakia 4 xD Infelizmente, como não tenho acesso a uma vira-tempo (ainda), só me resta colocar alguns compromissos a frente de outros. Então, não vou dizer até semana que vem, mas sim até a próxima o/

#43 – Tamanho faz toda a diferença…

.. ou como ela não faz nenhuma xD

Há muitas e muitas eras atrás, quando eu finalmente tive a oportunidade de ter uma internet não discada e começar a ter acesso a filmes que geralmente não encontrávamos em locadoras, me deparei com o colorido Lovely Complex. Na época eu não sabia que A) era um filme baseado em um mangá; B) já existia um anime dele também. A única coisa que eu sabia era que que se tratava de uma comédia-romântica-adolescente-escolar onde a menina era muito alta e o menino muito baixo. No fim, me diverti tanto com essa história e a forma aleatória como ela é contada no filme que já perdi as contas de quantas vezes reassisti para rir das mesmas coisas (e  obriguei pessoas a assistirem comigo para podermos rir juntos xD)

Mais um filme que está na lista para uma sessão nostalgia com os amigos \o/

***

LoveCom/ Lovely Complex/ ラブ★コン

Era uma vez uma menina muuuuito alta, a Koizumi, que era rejeitada pelos meninos justamente por ser alta. E era uma vez um nanico, o Otani, que era esnobado pelas meninas justamente por ser nanico.

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Esses dois seres se encontram no colegial e não demoram muito para serem vistos pelos colegas como uma dupla de comediantes, já que sempre estão trocando insultos sobre seus complexos. Sem essas pequenas discussões entre eles, até que se davam bem e eram amigos… Ao ponto de se ajudarem na conquista de seus novos alvos amorosos. Porém, aconteceu desses alvos se apaixonarem entre eles, e todos os devaneios amorosos da dupla foi pro ralo… e, o pior de tudo: eles descobrem que, no fim, se dão realmente muito bem juntos xD

Depois dessa pequena aventura de cupidos, Koizumi e Otani descobriram alguns gostos e comum, e assim eles começam a perceber que, indo além de seus complexos, eles até que formariam um casal perfeito xD

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Curiosidades sobre o filme:
-> Ele foi quase todo gravado dentro de cenários montados;
-> Foi gravado em apenas três meses;
-> Na cena de basquete, se você reparar bem nas meninas fazendo torcida, encontrá um elemento estranho: o cantor dupla do Teppei, o ator que faz o Otani no filme (sim, vestido de menina xD);
-> Koizumi significa pequena primavera e Otani significa grande vale, mais um motivo de tiração de sarro com eles;
-> Assistam até o final dos créditos \o/

E ficam as perguntas: qual é a altura média para poder amar? Ou o amor vai muito além de nossos complexos? O que tem de combinar é a aparência ou o coração? Essa história é uma forma divertida de colocar todas essas questões xD

E se gostarem, vejam o anime! Vale muito a pena! \o/

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Trailer: 

MV legal: 

Anime: 

#42 – Castaway on the moon

Ou Náufragos da Lua, ou Lunáticos ou Como é fácil se perder mesmo no meio de todo mundo xD

Como final de ano está chegando e o trabalho no meu trabalho só aumenta nessa época, vou fazer uma série de posts sobre filmes asiáticos que eu achei legais e que sugiro para qualquer um (mesmo que não me peçam sugestões xD). Sim, assisto uma variedade enorme desses filmes, mas nem todos acho que vale a pena indicar. Entre todos, vou colocar aqui aqueles que tiveram alguma coisa na história que me fez pensar: puxa, quero fazer algo assim também! xD

Alguns são bem antigos, então não sei onde eles podem ser encontrados. Mas, Google existe para que, neh? Fica a dica xD

***

Título Original: Kimssi pyoryugi
Gênero: Drama/ Comédia/ Romance
Ano de Lançamento: 2009

Ele tentou se matar pulando da ponte e inusitadamente virou naufrago em uma ilha no meio da cidade.

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Ela vive naufragada dentro do seu próprio quarto, criando uma vida de mentira através de um blog.

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Quando esses dois se encontram e começam a se comunicar, aos poucos eles superam seus medos e nós descobrimos que existem várias formas de sermos náufragos, e que a pior delas é estar presos dentro de nós mesmos sem fazer nada.

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Náufragos da Lua, é repleto de significados e criticas ao nosso modo de viver hoje. Mesmo que já tenha se passado alguns anos desde a sua produção e as coisas como tecnologia e acesso a informação ter avançado, a mensagem continua a mesma: nos perdermos é muito, muito fácil. De repente paramos e nos perguntamos: o que exatamente estamos fazendo? Isso é a minha vida? Será que estamos mesmo vivendo de uma forma globalizada ou cada vez mais presos em nós mesmos? É uma história para acompanharmos e pensar em nós mesmos, em como olhamos para o mundo, nossos valores e o que realmente deve ser considerado importante xD

Agora, tirando toda a filosofia e divagação, o filme também é cheio de emoções! xD Você ri, se desespera e chora querendo ajudá-los de alguma forma!

E, quer saber? Já passou da hora de reassistir a esse filme! \o/

#41 – Pq todos nós nascemos com a nossa Caixa de Pandora…

…e um dia alguém pode quebrar nossos cadeados!

Mais um post retirado do baú do LAProom, mas esse mais do que merece ser repostado xD

Mogami Kyoko é uma menina esforçada, criada por conhecidos em uma famosa pousada na tradicional Kyoto. Por viver de favor, desde cedo ela aprendeu a ser uma atendente perfeita, que tem desde a postura correta até os dons de cozinhar, limpar e receber bem as pessoas. Porém, em toda a sua vida, só existia um único motivo para ela ser uma moça tão bem prendada: Shotaro, o filho dos donos da pousada.

Além de ser aquele que sempre esteve ao seu lado enquanto crescia e aquele que cuidava dela, os pais de Shotaro pretendiam que ele se tornasse o herdeiro da pousada, e que Kyoko fosse sua esposa perfeita para ajudá-lo no negócio. Sendo tecnicamente orfã e praticamente noiva do menino mais bonito da escola, Kyoko era desprezada e judiada pelos colegas. Mesmo não sendo exatamente a princesa de contos de fadas que ela tanto queria ser quando crescesse, Kyoko estava feliz tendo o seu amado príncipe encantado, e só isso bastava.

Porém, Shotaro não achava que a sua vida se resumia a isso, e aos 16 anos ele brigou com os pais e saiu de casa, partindo para Tokyo com o desejo de ser famoso… e levando a Kyoko com ele. Deslumbrada com o fato de seu amado ter a chamado para ir junto (o que era praticamente uma declaração de amor), Kyoko foi saltitante viver com ele na cidade. Enquanto ele batalhava no mundo do entretenimento, ela trabalhava como uma condenada em vários empregos e ainda cuidava do apartamento do agora estrela em ascensão Fuwa Sho.

Até que em um dia, a caixa de pandora de Kyoko foi aberta por Sho e todos os demônios do seu coração foram soltos no mundo!

Sem saber que Kyoko o ouvia, Sho contou para sua agente que apenas usava a amiga como empregada. Como ele, um menino mimado que nunca lavou um prato, iria sobreviver em Tokyo sem ajuda? Enganada, humilhada e furiosa, Kyoko fez um juramento mortal com sua então alma negra contra Sho: iria destruí-lo a qualquer custo!

E, em seu caminho de vingança, ela resolveu entrar para o mundo do entretenimento e ser tão famosa, mas tão extremamente famosa, que poderia pisar no Fuwa Sho e ele seria obrigado a reconhecer a sua superioridade. Um plano perfeito!

Contudo, Kyoko não sabe atuar, cantar, dançar, nada artístico. Sua única maneira de conseguir uma oportunidade de trabalhar em uma agência é sua pavorosa insistência. E ela consegue xD

E aí vem outro problema: sua motivação. A única coisa que a fez querer um trabalho naquele meio é a sua vingança. Reparando em seu caso especial e prevendo um talento que poderia ser lapidado, o dono da Agência LME funda, exclusivamente para Kyoko, o departamento Love Me, em que ela (além de ter que usar um macacão rosa-cheguei-abafando-fiquem-cegos), precisa conseguir de seus veteranos carimbos de pontos, que vão garantir a sua evolução. E, o mais importante, esses carimbos só serão conseguidos se ela cumprir a sua tarefa de fazer as pessoas a amarem xD

Agora, como um coração totalmente negro e possuído dessa garota pode voltar a ser como era antes quando ela só via o mundo através dos contos de fadas?

Sim, Skip Beat merece toda essa introdução! xD A história conseguiu superar Hana Yori Dango na nossa preferência e somente por isso tem esse destaque todo especial xD

A vingança de Kyoko é apenas o pontapé inicial para uma trama que envolve de tudo: planos maléficos, bonequinhos de vudu personalizados, amizades inusitadas, fantasia de galo, mini-kyokos-demônios que atormentam pessoas, mudanças de visual e, é claro, romance! O que seria de Skip Beat sem Tsuruga Ren e Fuwa Sho? xD Então vamos para esses dois seres importantes e suas importâncias na história o/

Fuwa Sho – típico piá-pançudo egoísta que só pensa nele e pisa em cima dos outros. Kyoko, apesar de ser iludida pelos seus sonhos de infâncias situados em reinos fantásticos de princesas e fadas, acreditou nele por muito tempo. Só que quando ela cai da ilusão para a realidade, Sho percebe que a vida dele também muda. Afinal, ele cresceu junto com a Kyoko, e ter ela ao seu lado era tão certo quando o sol nascer de manhã. E, não tem aquela máxima de que só percebemos o que é importante quando perdemos? xD Logo Sho percebe que não deve só zombar das tentativas de Kyoko de ser uma atriz, como vê de muito perto todo o potencial dela, e se dá conta do que perdeu…  E agora, Sho?!

Skip Beat sem o Tsuruga Ren?! Esse meio-japonês (sim, originalmente ele é loiro) é simplesmente o ator mais cobiçado da atualidade, um perfeito cavalheiro, que tem o dom de ser encantador com qualquer um. Ele até que tinha ido com a cara da Kyoko que insistia que precisava muito trabalhar na LME, mas a despejou assim que descobriu os verdadeiros motivos dela. Detalhe: Sho tem o Ren como inimigo declarado no Showbiz e, por consequência, Kyoko também o odiava. Então, como será para ela trabalhar com essa estrela e seu poder especial de não ter uma mancha em seu nome famoso, e que ainda por cima despreza totalmente seus motivos?  Ah, sim, sem contar que com sua caixa de pandora aberta, a Kyoko tem a incrível habilidade de perceber a aura assassina que o sorriso doce e gentil do Tsuruga Ren esconde xD


Com o passar do tempo, esses dois vão ficando cada vez mais próximos, e logo descobrimos que os passados deles têm muito em comum xD

Agora por que Skip Beat é tão diferente de tudo para merecer um post tão especial assim? Simples: leia e descubra! É a única maneira de entender xD Só quando ver cenas e ficar tão em choque que o único comentário involuntário que vai sair da sua boca será um EEEEEEHHHHH?!!, você irá entender que Skip Beat está além de um romance sobre atuação, fala muito mais sobre como ser humano e ter que lidar com outras variedades de seres humanos, cada um com seus problemas e sua própria caixa de Pandora o/

Ainda está em dúvida? Confira a opinião de especialistas xD

Três detalhes sobre o mangá em si que merecem ser mencionado:
1) Skip Beat não precisa de uma página inteira cheia de detalhes para dizer um mundo de coisas, ele consegue com apenas uma página de um único olhar xD;
2) A mangaká é um gênio em pensar em recursos visuais para deixar tudo mais engraçado ou expressivo xD E a grande maioria desses recursos são novidades, que não vemos em outros trabalhos o/;
3) Meninos, a classificação pode ser de mangá para meninas, mas não levem isso em consideração! Skip Beat é um shoujo que pode ser lido por meninos sem preconceitos! xD E garantimos que vocês vão adorar!
4) QUANDO, MERLIM, ESSE MANGÁ VAI SAIR NO BRASIL?!!!! Já tenho espaço reservado para ele na minha estante, editoras!

O anime é bom, para vermos movimento, colorido, vozes, músicas… mas os 25 episódios terminam e dão apenas uma introdução da história! Sério! Depois tem MUITA história ainda, e as melhores partes de todas! xD

Frase épica da Kyoko: Aproveite o sol, Ruri-chan… Porque eu vou enviar você para um lugar que o sol não brilha! MUWAHAHAHAHAHAAA!

E TEVE DORAMA! \o/

#40 – Pq um é tudo…

… e tudo é um xD

Gosto de histórias (ponto). Por isso, sempre busco ver coisas novas nessa área. Sim, tenho barreiras com algumas histórias e tem coisas que simplesmente não gosto, mas foi porque cheguei a conclusões depois de ter visto/ouvido/lido uma primeira vez. Porém, não é sobre isso que quero falar hoje, e sim de como é mágico encontrarmos uma história que reúne várias coisas que você valoriza em algo único xD

O maior exemplo que eu tenho de histórias assim é Full Metal Alchemist. Conhece?

Assim como o post passado em que eu falei de Julia Quinn e como a escritora  que me fez pular do precipício romance-de-época-hot, hoje vou falar de um mangá/anime/filme que foi praticamente um tapa para o eu-do-passado-que-só-ia-dar-uma-olhada-no-primeiro-episódio-desse-anime-para-ver-se-realmente-era-bom.

Não só é bom, como até hoje eu considero o melhor. E isso não somente em animes, mas no geral de histórias, top e lista, imbatível xD

Claro que não adianta eu ficar aqui de blablabla dizendo pq eu gosto e listando todas as coisas legais e como a mangaká (autora) criou um universo tão rico e tão interligado de histórias que me fazem querer ser como ela quando crescer xD Por isso, vou dar um resumo da história (sim, copiado do LAProom, pq não tinha sentido escrever tudo de volta xD), e deixar a dica: assistam/leiam!

Agora, só um adendo para quem nunca ouviu falar de FMA: existe dois animes da série. O antigo, de 2003, que segue a história original até certo ponto, e depois segue a linha que não a criada pela autora; a de 2009, Brotherhood, que é totalmente o que é o mangá, a história original. Apesar de seguirem linhas diferentes, as duas versões são muito boas! Eu, como fã, recomendo assistir as duas por ordem de lançamento, mas já deixo claro que prefiro a Brotherhood. Agora, quem puder, leia o mangá. Aqui no Brasil está sendo relançado pela JBC, e ainda é possível encontrar o volume 01 para comprar (corre, pq volume 1 costuma virar raridade muito fácil xD).

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Outra coisa legal de destacar é que FMA foi o primeiro trabalho longo da mangaká, e de primeira ela já ficou super famosa. Ela ainda estava nos 20 anos e já começou a ser considerada uma sensei xD Em 2003, a primeira versão do anime de FMA ganhou o prêmio de produção do ano, o que não é pouca coisa para uma série que ainda estava bem no começo xD

Então, vamos lá para a resenha:

****

O principio fundamental da alquimia é a Troca Equivalente, onde você não pode criar nada a partir do nada, deve dar uma coisa do mesmo valor do que almeja.

Full Metal Alchemist, Alquimista de Aço ou Hagane no Renkinjutsushi no original, é uma série de mangá criado por Hiromu Arakawa, publicada entre 2001 e 2009.
Recebeu duas adaptações para anime, uma em 2003 e outra em 2009.

Sinopse:

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Full Metal conta a história de dois irmãos em um país militarizado chamado Amestris. Vivendo  no calmo  interior de Rosenbool, os irmãos Elric, orgulhosos das histórias que a mãe contava sobre o pai, um fabuloso alquimista, sonhavam em serem iguais a ele. Por isso, mesmo com pouca idade, eles começaram a estudar por conta e aprenderam a usar alquimia.  Enquanto ainda eram crianças, ocupavam o tempo entre estudar, serem crianças junto com a amiga Winry e ficar sabendo esporadicamente de uma grande guerra que acontecia no leste. Porém, os dias de paz estavam contados.

A mãe deles, Trisha, contraí uma doença e em poucos dias morre. Inconformados em perder a bondosa mãe, os irmãos decidem trazê-la de volta usando alquimia. Então partiram em uma viagem de treinamento que durou um ano,  para ficarem mais fortes. Quando retornaram e tentaram  ressuscitar a mãe, indo contra as leis da alquimia, algo dá muito errado. Edward, o irmão mais velho, perde uma perna, enquanto Alphonse, o irmão mais novo, perde o corpo inteiro por causa do Princípio da Troca Equivalente. O que eles criaram com a transmutação não era a mãe, mas algo que sobreviveu poucos segundos. Desesperado pelo que aconteceu com o irmão mais novo, Ed age rapidamente e usa uma armadura que estava no local para prender a alma do irmão no mundo. Para conseguir isso, ele dá em troca todo o seu braço direito.

Depois disso, sendo Al uma armadura  incapaz de sentir qualquer coisa, e Ed usando um braço e uma perna de automail, eles partem em uma busca para encontrar a Pedra Filosofal, a única maneira de recuperarem seus corpos.  Para isso, eles colocam fogo na própria casa, para nunca mais ter um lugar para onde voltar.

Entretanto, eles são aqueles que quebraram um tabu, que entenderam da pior maneira o que é a Troca Equivalente, e que desafiaram Deus. Mesmo assim, a determinação dos irmãos Elric vai além de qualquer coisa. Para recuperar o que lhes foi tirado e sanar suas culpas, eles aceitam até mesmo se tornarem cães do exército, descobrindo assim que eles são apenas uma parte de uma intriga milenar que ultrapassa as barreiras da humanidade.

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Arakawa começou FMA com apenas 18 anos, e pouco tempo depois o mangá tinha feito tanto sucesso que um anime foi produzido. Quando a história do anime alcançou os lançamentos dos capítulos, mangá e anime seguiram rumos diferentes. A primeira versão do anime (com o filme que conta o depois do final da história) ficou tão bom (mas tão bom) que muita gente tinha medo de o original em mangá não alcançar o feito de ser melhor. Mas consegui ser melhor, muito melhor! xD E por conta disso, uma nova versão do anime foi feita em 2009, agora sim com a história exatamente igual ao mangá.

E está previsto filme live para o ano que vem \o/

#39 – Não é que você não gosta de ler…

… É que não encontrou a leitura certa ainda xD

Costumo dizer isso na livraria para quem diz que não gosta de ler. Afinal, só o fato de você ter entrado na livraria e olhado com interesse para algumas capas já é um grande passo andando. E essa ideia eu não aplico somente aos outros, mas também para a minha pessoa xD Gosto muito, muito mesmo de livros de fantasia. Porém, isso não significa que eu tenha gostado de todos os livros de fantasia que já li. Tem uma série de fatores que interfere: se a trama é boa, se eu compro os personagens, se a narração me atrai e não me faz ficar flutuando e pensando em outras coisas enquanto só passo os olhos pelas linhas… Enfim, falando tudo isso aqui para chegar ao ponto de hoje: não é porque eu não goste de um tipo de leitura que eu não vou ler. Leio, e se eu não gostar digo o motivo. Foi assim com Crepúsculo. Li tudo, e defendo que o livro poderia ser mil vezes melhor se não focasse somente no romance. Então, pulando Crepúsculo que isso é assunto para outro post, o grande testemunho exemplo que vou trazer para vocês hoje são os livros hots (sim, os eróticos, mas falar hots é mais legal xD).

Lá na livraria sempre temos que tomar cuidado e avisar: esses são os romances, os do lado de cá são os hots e os de lá são os não-hots. Os dois saem igual, mas tem as pessoas que ou só querem um ou só querem o outro. Sempre temos que ficar atentos ao indicar (tem as meninas de 10 anos que querem aquele com a capa super sugestiva e o pai ainda pergunta se é pesado para ela xD).

Muito antes de eu trabalhar na livraria, afirmava que não gostava de livros hots. Na verdade, não sou fã mesmo xD Só que na época o meu único referencial eram alguns livros nacionais que eu tinha lido e 50 Tons de Cinza. Não gostei, sério. E os motivos principais são os mesmos que me fazem não gostar de alguns livros de fantasia: não comprei os personagens, a narrativa não me prendeu, cadê a trama desenvolvida, etc. E esse era o meu julgamento… até eu arriscar ler Julia Quinn.

Lá estava eu em um daqueles tempos em que meus pais viajavam e eu ficava com a missão de cuidar do mercado deles. Para passar o tempo, pegava o meu kindle e lia aleatoriamente algum livro que já estava mofando lá fazia algum tempo. Então me deparei com O Duque e Eu, o primeiro livro da série Os Bridgertons.

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Gosto muito de romances de época, tipo Jane Austen. Já tinha lido algo sobre Julia Quinn ser considerada a Jane Austen moderna, mas nunca tinha dado bola. Aí decidi ler o primeiro capítulo e até que gostei, achei engraçado. Aí falei para a Paula (Vendramini) que terminaria de ler e que se fosse bom mesmo avisaria para ela. Aí li tudo naquele dia e já comecei o livro 2 (O Visconde que me Amava), aí intimei a Paula a ler porque era muito bom. Terminei o livro 2 naquele segundo dia. Aí não havia mais, porque era tudo o que a Arqueiro tinha lançado no Brasil até aquele momento. Aí recorri aos piratas e li todos os outros 6 livros dessa forma, em questão de uma semana, e desde então falo para o mundo que é uma boa leitura! (sim, li pirata, mas hoje tenho todos eles impressos na minha estante xD)

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Sim, é hot, mas é leve, nada ofensivo. O que tem de melhor é o romance mesmo e a comédia (nem gosto dessa mistura xD). Apesar do cenário de época, o modo de agir e falar dos personagens fica no normal para nós (não foge da época, mas não fica fora do que entendemos por realidade xD). Os personagens não são perfeitos, e é por causa dos defeitos deles que todas as histórias se desenrolam… Mas, qual é a história?

Basicamente, são 8 livros, cada um sobre um dos irmãos Bridgertons, começando com a irmão mais velha (4ª filha), a Daphne. Vou fazer só uma sinopse desse, pq se fizer de todos vai virar um mega post xD

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Tendo 3 irmãos mais velhos como referência, Dafne não era vista exatamente como um bom partido pela sociedade de Londres (ela era considerada pouco feminina perto das suas coleguinhas). Enfrentando mais uma temporada em que se apresentava em eventos sociais para tentar realizar o desejo da mãe de vê-la finalmente casada, mais uma vez ela não tinha sorte em chamar a atenção dos rapazes. A única abordagem que recebeu foi de um rapaz bêbado, o qual ela já tinha recusado antes. Ele a cerca em um corredor e insiste na ideia de ela o considerar como um pretendente. Logo ali perto, Simon, o Duque de Hastings, procurava por um meio de fugir daquela festa onde todas a mães se empenhavam em empurrar suas filhas para cima dele (já que era o melhor partido da temporada). Porém, ao presenciar a cena, não pôde fugir da realidade de ser um cavalheiro vendo uma donzela em perigo, e decide ajudar a moça. Mas antes de ele fazer qualquer coisa, Daphne soca a cara do bêbado, que cai desmaiado no chão. Surpreso, Simon fica olhando a cena, em que ela não sabe o que fazer com o desfalecido e fica correndo em círculos (omg! omg!). Por fim, ele a ajuda a arrastar o rapaz para um local escondido e nisso eles tem sua primeira conversa. Foi assim que os dois se conheceram e é a partir desse encontro que eles fazem um acordo de fingirem interesse um no outro, o que ajudará ambos a conquistarem seus objetivos. Com isso, as mamães casamenteiras teriam que desviar o foco do Duque, uma vez que ele já tinha escolhido a sua pretendente; e se Daphne fosse cortejada por esse grande partido, isso com certeza faria mais rapazes se interessarem nela… Deu certo! O problema foi o depois disso, quando os dois começam a sair do limite da encenação, quando o Duque passa não gostar muito da atenção que a pretendente-fake está recebendo de outros rapazes xD

Não viu nada de mais nessa sinopse? Então se arrisque a ler e depois conversamos!

Depois da Daphne e o Simon, vem o Anthony, a Kate e a abelha xD

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Resolvi postar aqui sobre Os Bridgertons porque a excelentíssima senhora dona do blog finalmente leu os livros (depois de quase dois anos de insistência da minha parte) e também se apaixonou pela história xD Para quem já leu e adora também, tem algumas novidades para o ano que vem: a Julia Quinn volta para a Bienal! \o/ Tbm, estará na Livrarias Curitiba fazendo um tour (Lá vai Elô e eu de malinhas para a casa da Paula em Ctba para sermos fã-louca xD). Pegando o embalo, a Arqueiro vai publicar de uma só vez os 4 romances das irmãs que aparecem de relance em quase todos os livros de Os Bridgertons: as Smythe-Smith (aquelas que todo o ano a família faz um concerto com elas tocando, e as pessoas são obrigadas a irem ouvir, por pura educação xD)

Até o próximo post! \o/

#38 – Queria tanto ver esse livro virando filme…

…opa, já virou! xD

Então, para quem não sabe, sou escritora e não vivo em uma mansão pensando somente nos meus livros (piada interna de 2016). Preciso trabalhar para pagar minhas contas, comprar meus livros (os que eu leio) e também para investir na divulgação dos meus. Enfim, viver de escrever ainda é um objetivo a sr alcançado xD Mas, tenho a sorte de trabalhar em um livraria, o que já é muito caminho andando, e masi sorte ainda de ser na Livrarias Curitiba (tá lendo, gerente?!). Comecei nesse ano, e realmente não tem melhor lugar para se estar entre livros xD Esse começo de semana participei da CLIP, uma convenção anual da empresa onde as editoras (nossos fornecedores) tem cada uma um espaço para nos contar/mostrar o que são e suas novidades, o que apostam para o ano de 2017. Sim, voltei para casa com a mala cheia de livros ganhados, muito excesso de bagagem e muitos conhecimentos adquiridos. Tenho/soube/vi muita coisa de livros que são segredos absoluto e que não posso revelar aqui para vocês. Mas, de tudo o que posso dizer, vou falar de um assunto que foi geral em todos os treinamentos: livros que estão virando filmes.

Foram poucas as editoras que não tinham pelo menos um dos seus livros que vão virar filme/ tiveram um título com os direitos comprados para o cinema/ tem produtos relacionados com uma franquia de filmes/ tem um livro que é a versão romanceada de tal filme. Sim, não é uma novidade, não é a primeira vez que acontece, mas definitivamente é a tendência para 2017. Nunca antes o cinema e a literatura caminham tão próximos como agora. E isso já está acontecendo, veja só quantos ‘filmes baseados em tal romance’ estão em cartaz no cinema! Tem alguns que eu nem sabia que existia xD

Para ajudar, vou mostrar aqui alguns deles:

Sete Minutos Depois da Meia-Noite nunca tinha sido lançado no Brasil. Agora será, e eu já tenho o meu exemplar antes de ser lançado nas livrarias xD

A Menina que tinha Dons já é um livro lançado no Brasil, com uma ideia sobre a humanidade virando zumbi muito mais cientifica do que apocalíptica. Não li o livro, mas parece que mudaram muita coisa no filme. O filme já foi lançado, e talvez só chegue aqui no país por outros meios que não o cinema, nenhuma distribuidora comprou a exibição dele…

Lindo! Chorei disfarçadamente vendo esse trailer xD Já era meus dinheiros para sorvete no cinema em 2017! O livro dele já foi lançado e, gente, é Disney falando que todos os nossos sonhos são possíveis sem importar de onde viemos xD Livro já nas livrarias \o/

Moana é a Disney querendo mudar o padrão de princesas xD Quem é um pouco ligado em filmes da Disney sabe como as princesas foram representadas em cada época nos filmes. Se formos pegar desde a Branca de Neve até a Rainha Elsa e a Anna, podemos ver como elas representam a forma de pensar de cada época. Valente veio com uma proposta diferente, mas a história do filme não ajudou muito a alavancar a ideia. Agora, com Moana, estão apostando que dará certo xD Não terá um livro específico, mas com certeza pipocarão produtos em todos os setores sobre esse filme o/

Olha o dinheiro do sorvete indo embora… Livro com a capa do filme já lançado nas livrarias e eu já ganhei o meu \o/

O mais legal de tudo nesse filme, é que o gatinho é o próprio Bob! Quando, há dez anos atrás, alguém iria apostar que um gato seria mundialmente famosos por ele mesmo (dono é figurante), teria seu próprio filme e interpretaria ele mesmo?! xD Livro com a capa do filme já chegando nas livrarias o/

E não é só de livros de fora que o cinema será abastecido! O melhor: os filmes brasileiros não ficarão somente aqui dentro xD O Vendedor de Sonhos, independente de se você é fã do Augusto Cury ou só ouviu falar dele, é uma das produções que representa o nosso país em um nível de produção de hollywood xD Livro mais do que lançado nas livrarias e a novidade é que terá uma nova edição com a capa do filme o/

Outro filme que pode nos dar orgulho é o Pequeno Segredo, que conta a história da família Schürmann muito além do que já vimos pela televisão. É o nosso filme que concorrerá ao Oscar esse ano. O livro já foi lançado e está nas livrarias xD

Ei, você que não é do mundo dos youtubers como eu: não desconsidere essa onda pq (sem tv globinho) é ela que está marcando a infância dessa nova geração xD A primeira vista você pode rir de um livro sobre um youtuber virando filme. Mas, veja esse trailer/tema da música do filme e se atreva a dizer que você não assistiria se ele tivesse sido lançado na sua época de adolescente xD

Um filme que será lançado, não especificamente de um livro, mas que tem tudo a ver. Eu tinha feito questão de apagar esse lançamento da minha mente, pq ainda faltava muito para ele sair no cinemas, mas o povo da editora fez questão de me lembrar que ele existia e já era o dinheiro do sorvete mais uma vez…

Já comprou o seu ingresso para a sessão especial de pré-estréia?! Eu já, desesperadamente! xD Quem é do meio dos fãs sabe que a própria J K Rowling falou para esperarmos por mais uma década do Mundo Bruxo. Mas, é totalmente diferente quando você vê várias editoras diferentes apostando em produtos relacionados a essa franquia para os próximos anos e elas te dizem com toda a certeza de quem estuda as tendências de mercado: essa será a maior franquia dos próximos anos, mais do que a de super heróis. Gente, os potterheads pira! xD Espero muito, muito, muito mesmo que isso seja verdade xD Não importa que eu já tenha 30 anos: volto para os meus 15 onde tudo o que importava era quantos dias faltavam para ir no cinema ver o livro que eu adorava na telona, junto com um monte de gente tão fã quanto eu xD

Ok, não vou poder colocar todos os filmes-livros aqui, mas já deu para ter uma ideia, não?  Só mais uma coisa que eu preciso dizer e que achei melhor falar depois de todos os trailers: livros virando filmes não são novidades. Mas livros virando filmes com essa produção toda, é sim xD Espero que não seja apenas uma tendência, mas que seja algo que fique. Ainda tem muito livro poraí que merece virar filme \o;

Até semana que vem o/

#37 – K-rianças! – parte09

YAY, furei uma semana \o/
Mas, não teve como mesmo. Humanamente impossível organizar um evento, coordenar ele acontecendo e fazer postagens… Vou realmente tentar não fazer mais isso, só não vou prometer xD Enfim, depois das desculpinhas, vamos terminar de vez os posts sobre as K-rianças apresentando o último grupo que eu sei que está participando do programa (siiiiim, quase alcançando os lançamentos atuais dos episódios xD)

O.G.G

(ou Zona de Criação de Filhos, ou Zona de Educação Infantil, ou qualquer coisa nesse sentido)

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Depois de mais de três anos de programa, já estava na hora de The Return mudar o visual e variar os formatos dos quadros. Não bastava só acompanhar o crescimento das crianças. Agora eles também levam eles para acampar, visitam a creche, chamam especialistas e fazem testes para ajudar os pais a lidarem com situações do tipo: como orientar meu filho a não seguir estranhos? Ou a esperar o sinal abrir para pedestres na hora de atravessar a rua? Acho que esse formato mais variado ficou melhor, mas certamente não seria tão legal se não tivéssemos visto aquelas crianças crescerem. Caso não, ele simplesmente seria um programa educativo. Como acompanhamos o crescimento, sentimos um certo alívio por eles estarem aprendendo coisas importantes xD Os gêmeos estão agora com quase quatro anos, e são praticamente pessoinhas. Dá orgulho ver eles indo no mercadinho sozinhos com o dinheiro e trazendo o que o pai pediu para que comprassem (mais outras coisinhas que resolveram comprar junto, mas não esquecem o que foi pedido); ou eles indo sozinho para o prédio vizinho brincar por algumas horas com um amiguinho.

Dentro dessas mudanças, surgiu a ideia de não acompanhar mais os pais individualmente, mas sim em grupo. Assim, três pais com filhas de poucos meses foram escolhidos para fazerem parte do programa, os três sem saberem quais seriam seus colegas de filmagem.

Começamos com um músico/ator consagrado da Coreia, o Yang Dong Geun. Desde criança ele aparecia na televisão, mas adulto se dedicou ao mundo da música e hoje é uma referência no hip-hop. No primeiro episódio em que ele aparece, é mostrado em um show do qual ele sai apressado quando termina. É de madrugada e ele corre para o hospital, onde a sua esposa, Kim Jeong Mi, está dando a luz. Eles já tem um filho, o Jun Seo, de cinco anos, e a mais nova integrante da família logo recebe o nome de Joy.

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Depois de seis meses, ela e o pai se tornam membros oficiais do time do The Return of Superman. De todas as bebês do grupo, ela foi quem conseguiu se arrastar primeiro.

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O segundo papai que aparece é o ator Oh Ji Ho, famoso por estar principalmente em filmes de ação. Casado com Eun Bo Ah, eles começaram a participar do programa quando a filha deles, Seo Heun tinha apenas 4 meses. Apesar de ter um nome, a pequena continua sendo chamada pelo seu nome de feto, JiBong. A pequena, apesar de muito pequena, é a cara da mãe e tem mais cabelo que todas as outras bebês juntas. Também, mesmo sendo a mais nova de todas, foi a primeira a ter dentes.

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O terceiro papai que completou o time O.G.G foi inquieto ator In Gyo Jin, casado com a famosa (e elegante) atriz So Yi Hyun. Ha Eun, a filha, entrou para o programa com apenas 5 meses, toda tranquilha, meiga e sorridente. O papai já é nervoso e inquieto por todos, então ela tinha que ser um equilíbrio xD De todas, ela foi quem começou a sentar primeiro.

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Por dois dias, esses três pais se reúnem na casa de um deles e começam a missão de cuidar das suas filhas juntos. Eles dividem tarefas, ajudam uns aos outros, usam e compartilham seus talentos para dar conta das três bebês. Para a divisão de tarefas do tipo ir ao mercado e fazer a comida, geralmente eles apostam alguma coisa. É divertido ter três pais e três bebês tão diferentes juntos, uns aprendendo com os outros. Elas ainda estão entre os 6 e 8 meses nos episódios que estou vendo, mas quero muito ver quando elas começarem a falar, brincar e interagir umas com as outras, como será xD

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Ah, claro: três papais reunidos juntos tinha que sair uma pegadinha. Desde o começo, o terceiro pai, o Gyo Jin, quando ainda não sabia quem seria os outros pais, falava que tudo o que ele queria era não ser o mais novo do grupo. Mas, aconteceu de ele ser. Ainda, os outros dois papais já se conheciam antes, só não sabiam que estariam juntos no programa. Então, nos primeiros episódios o Gyo Jin é todo formal e educado. Afinal, os outros não apenas são mais velhos do que ele como são veteranos de profissão. ÓBVIO que os outros dois se aproveitariam disso xD Longe do colega mais novo, nos primeiros episódios, eles confabularam e criaram o plano Comida de Bebê. Consistia basicamente em eles começarem a se estranhar por cada um ter um pensamento diferente sobre o preparo da papinha. A encenação começou, o Gyo Jin sentiu o clima estranho e ficou atento. Quando os outros dois começaram a ser mais grossos um com o outro, ele ficou preocupado. Quando a tensão parecia que acabaria em briga-briga, ele pediu para os câmeras pararem de gravar, separou os dois e tentou conversar com eles… e chorou xD Quando ele chorou, não deu mais, os outros dois revelaram que era uma pegadinha. Foi engraçado, mas ao mesmo tempo nos desesperamos junto com o Gyo Jin. Porque, imagina: você todo empolgado para participar em um dos mais celebrados programas da televisão e já no primeiro episódio ter que enfrentar uma situação inesperada dessas xD

Ok, vamos para os vídeos pq o melhor é ver essas pequenas sorrindo e os papais babões xD

E só um comentário final para encerrar esses posts sobre K-rianças: Dae Bak está mais fofo agora do que quando era bebê xD

Para semana que vem, que tal livros? xD Vou ter acabado de voltar de um treinamento com editoras, então, junto com o FantasyLine, terei assuntos de post para escolher \o/

#36 – K-rianças! – parte08

Os irmãos SoDa

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Lee Beom Soo é um ator de dramas e filmes casado com uma interprete. Como a primeira vez que vi ele foi no papel de Primeiro Ministro em Primer Minister and I, (ainda) não consigo diferenciar ele do personagem… simplesmente pq ele é impregnado por um certo ar de aristocracia xD Aliás, a família inteira, a casa inteira, a vizinhança inteira, o guardinha da porta do residencial deles tbm xD Basta assistir apenas um episódio dessa família para perceber no ambiente e na maneira educada das crianças agirem  que tanto o papai como a mãe são pessoas bem estabelecidas (e não falando apenas do material). Claro, essa é a impressão que dá, não posso afirmar que eles são realmente da aristocracia ou coisa assim xD

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Mas, descendentes de famílias ricas ou não, o fato é que os irmãos SoDa são crianças pequenas e agem como tal. Talvez com mais educação e ponderação, mas estão dentro do normal xD

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So Eul é a mais velha, uma menina de 5 para 6 anos. Inteligente, responsável atenta e preocupada com o irmão menor. Uma miniatura da mãe. Porém, não deixa de ser uma princesinha xD Ela sabe que é a queridinha do papai, mas não se aproveita disso. Está sempre alegre e dificilmente a vemos mal humorada. Talvez um pouco sem ânimo e cansada às vezes, normal. Mas ela não chora, não briga, não grita, sempre mantendo a calma, como uma dama xD

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Da Eul é o caçula, uma menino de 3 anos que é a cara do pai. Ou o Grandão, como ele se auto-denomina xD Grandão é exigente, gosta de fazer as coisas sozinhos, mesmo que não tenha tamanho, destreza ou conhecimento suficiente ainda xD

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Ele idolatra a irmã mais velha, e imita tudo o que ela faz. Se ela diz que gosta de jiló e finge que come, ele vai dizer que ama jiló e vai comer de verdade xD Claro que a irmã não judia dele se aproveitando disso. O máximo que ela já fez nesse sentido foi fingir que tomava o remédio para que ele tomasse também.

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Lee Beom Soo, o papai, admitiu que entrou no programa para entender melhor o filho menor, o qual ele chama de alienígena. E, acompanhando os episódios, Da Eul realmente parece uma criança peculiar (sim, igual ao filme xD).

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Sendo um Grandão, ele quer falar da mesma forma que os adultos, mesmo que a sua boca não consiga acompanhar o ritmo. No fim, o que ele fala é algo completamente confuso que soa como uma língua de outro mundo. Somente Da Eul e a mamãe conseguem decifrar.

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Ele tem uma bestfriendforever que é a Ephe de pelúcia, personagem do Pororo. Essa pelúcia (com a mágica do papai), já falou e já virou de verdade, ficando grande e tudo. Em todas as vezes, os irmãos SoDa acreditaram que aquela era a Ephe de pelúcia mesmo, tipo papai Noel, e é lindo de ver como os olhos deles brilham xD

Outro momento épico da participação desses dois e que rendeu até estampa de camiseta foi o ‘Eu já estou vestido!’. Explicando: sabe quando você  era criança e a sua mãe falava que se você não fizesse tal coisa o bicho-papão/ o homem do saco/ a cuca viriam te pegar? Lá na Coreia é o goblin que pega as crianças. Quando os irmãos SoDa receberam visitas famosas que cuidaram deles por um dia e o Da Eul não queria vestir a roupa para sair, os tios-famosos falaram que o goblin estavam vindo buscar ele (um falava apavorado que o goblin estava na cozinha e o outro fazia a voz do monstro escondido). O Grandão se vestiu rapidinho e ficava gritando para a cozinha: ‘Já estou vestido! Vai embora!’. Método super eficiente xD

Outra coisa legal de destacar é que a So Eul fala inglês muuuuuuito bem (anos luz na minha frente xD). Teve um episódio em que eles foram para o campo e encontraram uma família estrangeira (não foi colocadi de que nacionalidade eles eram, só que eles falavam inglês e eram loiros) com 4 filhos. Foi rapidinho para a Da Eul conversar com eles e todos já ficaram amigos e brincaram juntos. As vantagens de ter uma mãe intérprete xD

Ro Hee, a fada comilona

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DeaBak era o menor bebê do programa até surgir a Ro Hee, a fada comilona xD Com apenas 8 meses, essa bebê fofa começou a fazer parte do programa. Ela é filha do ator Ki Tae Young e da atriz/cantora Eugene.

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No começo, Ro Hee não fazia muita coisa, mas em compensação seu pai roubava a cena. Ou a Tia Lee, como ficou apelidado xD Tia Lee é super falador. Fala com a Ro Hee enquanto ela baba, fala com os câmeras, fala com a comida, fala com as outras mães na rua e no mercado. Sabe aquelas mães que vivem tirando fotos dos filhos, arrumando eles todos para receber até o carteiro, indo comprar produtos de bebês em feiras de produtos de bebês? Esse é a Tia Lee!

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Ro Hee é tão especial para ele que até a mamãe fica em segundo plano. Como ela está trabalhando/ fazendo sucesso/ganhando prêmios com o dorama do momento da nação, ele é quem fica em casa cuidando de tudo.

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Já Ro hee, demorou um pouco para se abrir para as câmeras. Primeiro que era bem difícil fazer ela sorrir, só os pais conseguiam. Segundo que ela é totalmente atenta a comida.  Desde o primeiro episódio até o momento em que estou vendo, o sentido da vida dela é comer. Ela não é uma bebê gordinha, mas é grande, daqueles bebês que você sabe que é bem alimentado. Os pais cuidam bem dessa parte, mesmo que ela seja com orgulho uma comilona. Agora que a Ro Hee já está mais crescida, ela faz mais coisas e está um pouco menos bochechuda. E o sorrisão contagiante dela? xD

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Algo legal e diferente de todos os outros que foi feito com ela foram episódios em que os bebês de um dos câmeras e de uma das roteiristas veio passar um dia com a Ro Hee. Ela é filha única, mas os pais pensam em ter muitos filhos. Em uma conversa pré-gravação, Tia Lee sugeriu que os dois integrantes dos bastidores que tinham filhos da idade da sua trouxesse as crianças. Ele queria se colocar a prova, para saber se saberia lidar com mais crianças de uma vez. Teve para se tornar um caos, mas mesmo não sendo tudo perfeito ele conseguiu se sair bem com mais dois bebês em casa xD Ro Hee que estranhou um pouco o movimento anormal:

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Ro Hee agora tem uma ano, e mais um pouco começará a falar. Da forma como ela olha séria para quem vem fazer guti-gutis nela, quero só ver como ela vai se pronunciar para eles quando puder xD

Semana que vem, a última parte dessa leva de posts sobre K-rianças, apresentando o O.G.G – Zona de Criação de Filhos \o/